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Ficha técnica no anúncio de veículo: o que não pode faltar

Publicado em 9 de agosto de 2026 · equipe hubvitrine

A ficha técnica é a parte chata do anúncio e a mais consultada. É por ela que o comprador decide se o carro é candidato — e é nela que um erro de digitação vira visita perdida ou, pior, negócio desfeito depois de assinado.

Este é o conjunto mínimo para uma revenda de seminovos, com o motivo de cada campo. Não é uma lista de tudo que existe: é a lista do que muda a decisão.

Os campos que não podem faltar

CampoPor que ele decide
Marca e modeloÉ o filtro de busca. Escrito diferente, o carro não aparece.
VersãoO que separa dois carros de mesmo preço. LT e Premier são carros diferentes.
Ano de fabricaçãoMetade da tabela de referência.
Ano do modeloA outra metade. São dois campos, não um.
QuilometragemO segundo dado mais olhado, depois do preço.
CâmbioFiltro eliminatório para boa parte dos compradores.
CombustívelFlex, diesel e híbrido mudam o público inteiro.
CorElimina visita que ia desistir no pátio.
PreçoSem ele, o anúncio é filtrado antes de aparecer.

A armadilha dos dois anos

"2022/2023" não é enfeite: são o ano em que o carro saiu da linha e o ano do modelo comercial. A tabela de referência olha os dois, e o comprador experiente também. Anunciar só um número — normalmente o maior — é o atalho que mais gera discussão no fechamento, porque o cliente descobre no documento.

Ano de fabricação e ano do modelo são campos separados. Juntar os dois numa caixa só é onde a ficha começa a mentir sem ninguém querer.

Opcionais e diferenciais são coisas diferentes

Vale separar, porque no anúncio eles aparecem de formas diferentes. Opcional é o que o carro tem de fábrica: ar-condicionado, airbag, multimídia, teto solar. Vira lista miúda, e o comprador varre com o olho.

Diferencial é o que você, vendedor, oferece: único dono, IPVA pago, aceita troca, todas as revisões em concessionária, garantia de fábrica. Isso não é lista — é o que decide a ligação, e merece aparecer em destaque, espaçado, onde se lê de relance.

O dado que não pode aparecer

A placa não entra em página pública. Parece detalhe e não é: placa exposta alimenta consulta indevida, clonagem e golpe de anúncio copiado — alguém pega suas fotos e sua placa e monta um anúncio falso do seu carro em outro site. Você precisa da placa no seu controle interno; o comprador não precisa dela para decidir a visita. No hubvitrine ela fica na ficha da loja e nunca é renderizada na página do anúncio.

Por que preencher isso 30 vezes por mês não escala

Treze campos por carro, com versão conferida e km do odômetro, é o tipo de tarefa que só é feita direito na primeira semana. Depois vira "depois eu completo" — e o anúncio incompleto é publicado assim mesmo.

O caminho do hubvitrine é inverter a ordem: o vendedor grava o veículo falando o que já fala, e a IA transforma a narração em ficha preenchida. Cada campo chega marcado como sugestão da IA, e o anúncio não vai ao ar enquanto houver campo sugerido que você não conferiu — a trava é do servidor, não da tela. O trabalho deixa de ser digitar e passa a ser conferir, que é o que exige o seu olho de verdade.

Se quiser ver a ordem completa do anúncio, do vídeo à publicação, comece por como anunciar carro na internet.

A ficha proposta a partir da fala do vendedor

A IA ouve a narração do vídeo e preenche marca, versão, ano, km e opcionais. Cada campo chega marcado como sugestão e espera a sua conferência.

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