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Google Meu Negócio para revenda de carros: o perfil que traz cliente até o pátio

Publicado em 14 de agosto de 2026 · equipe hubvitrine

Quem quer trocar de carro hoje digita "seminovos em sua cidade" no Google e olha o bloco do mapa antes de abrir qualquer portal. Quem aparece ali é o Google Meu Negócio — hoje chamado Perfil da Empresa —, e ele é de graça. A maioria das revendas tem um perfil criado pela metade, muitas vezes por um cliente antigo, e nunca voltou nele.

Este guia é o que dá para arrumar numa tarde, entre um atendimento e outro.

O que o Google Meu Negócio decide antes de o cliente te conhecer

Antes de saber o nome da sua loja, o comprador já recebeu três respostas suas: onde você fica, se está aberto agora e o que as outras pessoas acharam. Ele compara isso com as duas ou três lojas vizinhas na mesma tela.

Falhou uma das três, ele não te descarta com raiva — ele simplesmente clica na de baixo, que respondeu. É a mesma lógica do carro sem km no anúncio: ninguém liga para perguntar, todo mundo vai para o próximo.

Os campos que quase toda revenda deixa em branco

CampoPor que importa
Categoria principalÉ o que liga seu perfil às buscas por "revenda", "seminovos", "carros usados"
Horário, com sábadoSábado à tarde e domingo é quando a família passeia procurando carro
Telefone que atende no WhatsAppO botão de ligar do perfil é o caminho mais curto que existe
Endereço com o pino no lugar certoPino errado manda o cliente para a rua de trás e ele desiste
Link do siteO único campo que leva a pessoa para o seu endereço, e não para o portal
Área de atendimentoAs cidades vizinhas de onde você já vendeu

Nenhum deles é opcional na prática. O perfil incompleto aparece menos e converte menos, e você não recebe aviso nenhum sobre isso.

A categoria muda a busca inteira

Escolher "Concessionária" quando você é revenda de seminovos joga sua loja numa disputa que não é a sua. As categorias secundárias existem para o resto: financiamento, consignação, troca com troco.

As fotos do perfil são da loja, não dos carros

Esse é o erro mais comum. O perfil enche de foto de veículo, e o veículo vende em uma semana — sobra um perfil cheio de carro que não existe mais no pátio.

Fotos do perfil são da loja: a fachada com a placa legível, a entrada, o pátio com movimento, a sala onde o cliente assina, a equipe. Elas envelhecem devagar e respondem à pergunta que o comprador não faz em voz alta: "é lugar sério?".

Foto de carro tem prazo de validade, foto de fachada não. Carro fica no catálogo; loja fica no perfil.

Para onde apontar o link do site

O campo do site é a única parte do perfil que é sua. Se ele aponta para o seu anúncio no portal, você paga com a atenção do cliente para mostrar os concorrentes que estão na mesma página.

Aponte para o seu catálogo, onde cada veículo tem uma página só dele, com o vídeo do vendedor apresentando o carro, a ficha conferida e o botão de WhatsApp que já abre a conversa dizendo qual é o veículo. É o mesmo endereço que o QR code do para-brisa usa — e o motivo de a loja precisar de catálogo próprio.

Avaliações: peça na hora certa

A hora é quando o cliente está com a chave na mão, feliz, no pátio. Não é dois dias depois, por mensagem.

Uma resposta educada numa avaliação de três estrelas convence mais gente do que dez elogios sem resposta.

O que manter vivo toda semana

Perfil parado desce. Cinco minutos por semana resolvem: uma foto nova do pátio, o horário do feriado atualizado, uma publicação com o veículo que acabou de entrar, e as mensagens respondidas.

O trabalho pesado não é esse — é ter conteúdo de veículo pronto para publicar. Quando o anúncio já sai montado a partir do vídeo que o vendedor grava no pátio, alimentar o Google Meu Negócio da revenda deixa de ser mais uma tarefa e vira o resto de algo que você já fez.

Comece pelo primeiro carro

Grave o vendedor apresentando um veículo do seu pátio e veja o anúncio sair pronto — ficha, textos por canal e as peças de vídeo. Você confere tudo antes de publicar.

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